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The Bookshelf leu e disse #38 - Juntos para Sempre
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Quantas vidas temos de viver para encontrar o amor?
Toby persegue um sonho: amar e ser amado. Serão necessárias várias reencarnações, mas o seu destino está escrito há muito e vai ser cumprido. Em cada reencarnação, ele aprende algo novo. Mas conseguirá a resposta para a grande questão: qual o sentido da vida?
Após uma curta e trágica vida de cão vadio, o cachorro Toby fica surpreendido ao perceber que lhe foi dada uma nova oportunidade: o nosso herói nasceu de novo e tem um mundo de possibilidades pela frente. Esperam-no ainda muitas emoções fortes e provações até o verdadeiro desígnio da sua vida lhe ser revelado.
No seu desejo de amar e ser amado, Toby protagoniza uma jornada universal. Toby somos todos nós. E todos nós nascemos com um destino para cumprir.
Comovente e inesquecível, Juntos Para Sempre relembra-nos o que é essencial nas nossas vidas: o amor e a amizade, os momentos de felicidade e partilha, sonhos que acalentamos e as memórias que guardamos no coração.
*
Personagem principal canina: check; capa fofinha: check; história romântica: check.
Tragam lenços de papel pessoal! Vão precisar, acreditem em mim!
Como alguns de vocês sabem, este livro foi adaptado para filme, mas eu quis ler o livro primeiro porque sabia que se visse o filme primeiro iria perder o interesse em ler a história. E que grande história.
Tudo o que um livro precisa para nos prender do inicio ao fim. Uma boa escrita, fácil e direta. Boas passagens pelos pensamentos e ideias do personagem principal, um bom enredo, e toda uma história comovente.
Leiam o livro e vejam o filme... não se irão arrepender!
Tudo o que um livro precisa para nos prender do inicio ao fim. Uma boa escrita, fácil e direta. Boas passagens pelos pensamentos e ideias do personagem principal, um bom enredo, e toda uma história comovente.
Leiam o livro e vejam o filme... não se irão arrepender!
🎅 Sugestões de Natal #6
domingo, 27 de novembro de 2016
E falta menos de um mês para o Natal!
E como acho que, como eu, há mais pessoas por aí a gostarem de dar e receber livros como presente natalício, aqui fica uma (pequena) ajuda para a escolha.
Para a Mãe
Para o Pai
Para os Filhos
25 de Abril
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Hoje é um dia importante para o País. O dia da liberdade. 40 anos atrás, centenas de homens marcharam para dar uma vida melhor aos portugueses. Por detrás de todos esses homens, estavam companheiras ansiosas e dedicadas. É por isso que acho importante também colocá-las nas luzes da ribalta e sugerir este livro (de que já ouvi falar muito bem), porque atrás de grande homens, estão grandes mulheres. As mulheres de Abril.
Sinopse
O amor colocou-as no centro da revolução que derrubou 40 anos de ditadura em Portugal. E elas cumpriram o seu papel. Em casa, para que a liberdade chegasse à rua. Lutaram nas fileiras da conspiração, dando cobertura a reuniões clandestinas, passando à máquina manifestos, instigando a revolta ou simplesmente "assobiando" para o lado como quem não vê o golpe em marcha. Esta é a história das mulheres dos capitães de Abril.
Dina Carvalho foi à guerra, soldado sem bala, com os três filhos à mercê de bombardeamentos. Ateou o mais que pôde o movimento dos capitães. Depois, ajudou Otelo a preparar o plano de operações - ela a tricotar no carro para ele tirar as medidas ao forte de Caxias. Natércia Salgueiro Maia passou a noite de 24 de Abril colada ao rádio. Tantas tardes, ela e Fernando a trautearam Zeca Afonso, e agora a canção como ordem na parada. Pela janela, viu a coluna deixar Santarém. Teresa Alves tremeu a madrugada inteira, não havia cobertores capazes de calarem o frio. A ironia da vida congelava-lhe as entranhas, era filha do Chefe de Estado-Maior da Armada e mulher de um dos líderes do movimento. Aura Costa Martins passou a noite no Mini do namorado, os dois às voltas pela cidade, granadas e uma metralhadora no banco de trás.
Gabriela Melo Antunes, menina da fina-flor açoriana, andava nos escritos da PIDE, por comungar "dos ideais" do marido era suspeita. Esta é também a história da única mulher que leu um comunicado do MFA e da mulher que, sem saber, deu nome à revolução, com os seus cravos nos canos das armas. A jornalista Ana Sofia Fonseca, autora de Angola Terra Prometida, conta-nos a revolução dos cravos no feminino, com os seus heróis revelados na intimidade da família. Os momentos decisivos, a última noite, o primeiro dia de liberdade. Num país de homens, as mulheres dos militares de Abril lutaram com as armas que tinham.
São personagens de um dos mais importantes acontecimentos do século XX português. Todas elas, cada uma à sua maneira, protagonistas na sombra.
Harry Potter
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Um dos meus vícios.
Não me consigo cansar de ler esta brilhante coleção, que me acompanhou ao longo de vários anos.
E quem não gosta de ser transportado para um mundo mágico?
Se gosto dos livros, é óbvio que os filmes não ficam atrás.
E devo dizer que aquela música característica desta coleção é fantástica.
Aqui fica o resumo dos 8 filmes.
Não Vou Chorar o Passado
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Apercebi-me à pouco tempo, que ainda não tinha falado de nenhuma obra de um autor português. Não é que eu não leia obras portuguesas, mas confesso que estas estão em minoria na minha estante.
No entanto, tenho alguns livros preferidos, como
Não Vou Chorar o Passado
de Tiago Rebelo.
"Joaquim já tinha ouvido falar dela, a jornalista que assinava aqueles artigos que o Francisco, o seu melhor amigo, não se cansava de elogiar e lia diariamente, com uma devoção quase religiosa. Chamava-se Alice, era tudo o que dela sabia. Nem ele, nem ninguém suspeitava que por detrás daquela presença forte de mulher se escondesse uma menina que ainda chorava o desapecimento do pai. Ao vê-la ali, sentada no meio dos colegas de imprensa, de caderninho no joelho, a tomar notas do que dizia o ministro, o jovem diplomata sentiu o seu olhar distrair-se, demorar-se na imagem de dela. Elegante e moderna, discretamente bonita, cativante. Também ela sentiu aquele olhar sobre si. Incomodou-a. Mais tarde, um primeiro encontro num restaurante à beira Tejo em que se abrem as primeiras páginas de um livro há muitos anos fechado. Nenhum dos dois sabia, ainda, das incontáveis afinidades electivas que, clandestinas, lançavam já laços invisíveis, insuspeitos, que só muito tenuamente se esboçaram na intimidade reservada que pautou esse encontro. Mas o passado ressurge diante deles, revelando um tempo incógnito, carregado de sonhos e vãs esperanças, de paixões proscritas e de amizades eternas e incondicionais, cujos efeitos se repercutem ainda nas suas vidas." (Editorial Presença)
"Por Causa de Winn-Dixie"
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Um dos melhores livros de literatura infantil que li.
Num dia de Verão, India Opal, de 10 anos de idade, vai ao supermercado local para comprar algumas coisas, e volta com um cão. Winn-Dixie não é um cão qualquer. É grande, magricelas e cheira mal, mas tem um sorriso espectacular. É por causa de Winn-Dixie que ela finalmente pergunta ao seu pai sobre a sua mãe, que deixou Opal quando tinha três anos. Na verdade, quase tudo o que acontece naquele Verão é por causa de Winn-Dixie.
Descobri também há pouco tempo, a adaptação que fizeram deste livro.
Descobri também há pouco tempo, a adaptação que fizeram deste livro.
Romances Históricos
domingo, 27 de janeiro de 2013
Depois de ter visto uma reportagem sobre estes romances históricos, deu-me uma enorme vontade de os ler e saber mais um pouco sobre a história destas Rainhas.
O Menino Nicolau
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Estes livros têm como principal personagem um rapazinho inocente, mas também muito travesso: o Menino Nicolau. Ele gosta muito de fazer parvoíces e então quando os seus pais lhe ralham, ele nunca percebe nada e desata logo a chorar!
Juntamente com a sua família e com os seus amigos fazem as delícias dos mais pequenos.
Alguns exemplares da coleção do Menino Nicolau são:
- O Menino Nicolau;
- As Férias do Menino Nicolau;
- Novas Aventuras do Menino Nicolau;
- O Menino Nicolau e seus Colegas;
- O Menino Nicolau no Recreio.
Trilogia Sevenwaters
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Uma das primeiras trilogias que li, com histórias místicas e empolgantes.
A Vidente de Sevenwaters, remete-nos para a vida de Sibeal que sempre soube que estava destinada a uma vida espiritual e entregou-se de corpo e alma à sua vocação. Antes de cumprir os últimos votos para se tornar uma druidesa, foi enviada para passar o Verão com as irmãs, Muirrin e Clodagh. Ainda mal chegou a Inis Eala, quando uma tempestade rebenta no mar, afundando um barco nórdico diante dos seus olhos. O dom da Visão conduz Sibeal ao terceiro náufrago, um homem a quem dá o nome de Ardal, cuja vida se sustém por um fio e que tem um segredo que não se consegue lembrar ou prefere não contar. Quando a verdade vem à superfície, Sibeal vê-se envolvida numa perigosa demanda.
A Filha da Floresta
dá-nos a conhecer Sorcha,a sétima filha de Lorde Colum e os seus seis
irmãos, que viviam em Sevenwaters, rodeado de bosques encantados. Até
ao momento, eram os Bretões o seu pior inimigo, até aparecer Lady
Oonagh, uma feiticeira poderosa e que se tornou sua madrasta, que
aprisiona os seis irmãos num feitiço, transformando-os em cisnes, que
apenas a jovem pode quebrar.
O Filho das Sombras narra a história da jovem Liadan, filha de Sorcha, que como a sua mãe, herdou a habilidade de falar com os espíritos da floresta, que lhe dizem que ela deve permanecer para sempre em Sevenwaters. A Irlanda está em guerra, onde o Homem Pintado é temido e reconhecido como um mercenário feroz, que acaba por capturar Liadan que se sente cada vez mais atraída por ele.
A Filha da Profecia conta-nos a história de Fainne, dedicada aos elementos mágicos e neta de Lady Oonagh que andava fugida e que reaparece e conta-lhe que ela tem o sangue de uma linhagem de feiticeiros, incutindo nela um sentimento de revolta e ao mesmo tempo, a profunda vontade de executar uma tarefa, que salvaria todos.
Como continuação desta trilogia foram ainda publicados:
O Herdeiro de Sevenwaters centra-se na história de Clodagh. Esta teme o pior, uma vez que sua mãe, Aisling, já passou há muito tempo a idade segura para conceber uma criança. Quando Aisling dá à luz um filho varão, o novo herdeiro de Sevenwaters, Clodagh é incumbida de cuidar da criança durante a convalescença da mãe. A felicidade da família cedo se converte em pesadelo quando o bebé desaparece do quarto e uma coisa não natural é deixada no seu lugar. Para reclamar o irmão de volta, Clodagh terá de entrar nesse reino de sombras que é o Outro Mundo e confrontar o poderoso príncipe que o rege.
A Vidente de Sevenwaters, remete-nos para a vida de Sibeal que sempre soube que estava destinada a uma vida espiritual e entregou-se de corpo e alma à sua vocação. Antes de cumprir os últimos votos para se tornar uma druidesa, foi enviada para passar o Verão com as irmãs, Muirrin e Clodagh. Ainda mal chegou a Inis Eala, quando uma tempestade rebenta no mar, afundando um barco nórdico diante dos seus olhos. O dom da Visão conduz Sibeal ao terceiro náufrago, um homem a quem dá o nome de Ardal, cuja vida se sustém por um fio e que tem um segredo que não se consegue lembrar ou prefere não contar. Quando a verdade vem à superfície, Sibeal vê-se envolvida numa perigosa demanda.Recordações
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Andava eu a vasculhar na estante dos meus livros antigos e acabei por encontrar dois dos meus livros preferidos, da mesma autora, e os quais já perdi as vezes que os li.
São dos livros da autora Condessa de Ségur.
Os Desastres de Sofia, tal como o nome indica, trata das peripécias da Sofia e como ela aprende com os próprios erros, desde por uma boneca de cera ao sol, para que esta ficasse mais "quentinha", a salgar os peixes de estimação...
As Meninas Exemplares, conta com Sofia e mais três amigas, abordando questões de amizade, companheirismo e tal como o primeiro centra-se sobretudo em aprender com os erros cometidos.
Primeira Leitura
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
O primeiro livro fica para sempre...
Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afecto da família — incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios. Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?
Infância
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Esta é definitivamente a minha história favorita de todos os tempos.

Era uma vez, em pleno coração do inverno, uma rainha que bordava junto à janela. Através da moldura de ébano contemplava os flocos de neve que pairavam no ar, como se fossem penas. Subitamente, picou-se no dedo e três gotas de sangue caíram na neve. Sobre a brancura fulgurante da neve, o vermelho sobressaía de forma tão bela, que pensou: «Ah! Oxalá tivesse um filho com a pele branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e o cabelo negro como o ébano!
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Deixo ainda dois traillers de duas adaptações deste livro para cinema.
Gostei imenso dos dois filmes, mas penso que o "Branca de Neve e o Caçador", sendo um pouco mais "escuro", impressionou-me mais.
"Branca de Neve e o Caçador"
"Espelho Meu, Espelho Meu"
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